Com o título de : UM PLANO NACIONAL PARA BANDA LARGA – SUMÁRIO EXECUTIVO , no terceiro parágrafo da página 6 e no capítulo intitulado Vertentes da Massificação do Acesso Banda Larga, encontramos uma referência que vem de encontro à característica do pequeno e médio ISP e da nossa característica como fabricante e de nossos clientes.

independente do fato de que este texto foi escrito há muitos anos, o curioso é que ainda é atual, considerando que a fibra ótica na casa do assinante ainda não está massificada, que as tecnologias xDSL (devido à imensa planta instalada com fios de par telefônico) ainda persiste amplamente e que o Cable Modem via DOCSIS ainda é a base de quem optou por linha física de transmissão em cabo coaxial.

Veja as aspas :

“Destaca-se a importância de garantir a oferta não discriminatória aos nós de acesso ao backhaul.

Outro aspecto relacionado à oferta é a baixa competição entre plataformas tecnológicas no Brasil. Apesar das taxas de crescimento do acesso por meio de outras plataformas, sobretudo da plataforma cable modem, virem aumentando de forma mais acelerada que a plataforma ADSL, o acesso por meio desta tecnologia, em 2008, ainda representava cerca de 70% da banda larga no país. Verifica-se, portanto, que existe espaço para impulsionar a penetração da banda larga no país por meio do estímulo à competição entre plataformas tecnológicas distintas.

O Brasil avançou bastante nos últimos anos, em termos de renovação do arcabouço regulatório, implantando instrumentos importantes para o estímulo à competição e universalização dos serviços de telecomunicações. No entanto, em aspectos mais amplos do arcabouço legal e regulatório do setor de telecomunicações, o Brasil encontra-se atrás de países importantes na comunidade internacional, principalmente em relação à implantação de alguns mecanismos de controle do setor. ”

Bem leitor, esta é a nossa visão e nos orgulhamos em participar deste mercado, com a mesma coragem com que nossos clientes demandaram, verdadeiros empreendedores que conquistaram o que podemos tranquilamente chamar de FENÔMENO MERCADOLÓGICO, onde o grande não engole o pequeno ou que o Pequeno ISP cresce, apesar da Grande Operadora de Telecom.

Obstáculos de eficiência regional, de atendimento, de capilaridade e de quebra de paradigmas, são pontos fracos das Grandes Operadoras e inversamente proporcional às possibilidades e agilidade dos Pequenos ISPs.


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